quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Mãe e filho são presos acusados de assassinato por vingança 'Queria ter tido este prazer, mas não o matei', disse acusado, conhecido pelo apelido 'Tarado'.

Priscylla Régia
Priscylla Régia/Alagoas24Horas
Willamys Luis Horácio Maia
Willamys Luis Horácio Maia
O jovem de 22 anos, Willamys Luis Horácio Maia, também conhecido como Tarado, foi preso - nesta terça-feira, 23 - acusado de assassinar Roberto Dantas de Souza, em agosto deste ano no bairro do Barro Duro.
Em depoimento à polícia, Willamys conta que a motivação para o crime foi o fato de ter sido espancado por Roberto e um amigo da vítima, Neguinho, no dia 12 de agosto após tomar satisfações com Roberto sobre um comentário 'maldoso'.
"Willamys informou que a vítima teria dito a sua paquera que ele era usuário de drogas. Como ela não sabia, ele não gostou. Com isso resolveu falar com Roberto e chegou a bater nele. Na briga, Roberto e Neguinho começaram a agredir Willamys, que ficou com o rosto deformado", contou o delegado responsável pelo caso, Jacob Stevenson, da Força Nacional.
Ao chegar a sua casa após ser espancado, Willamys foi recebido pela mãe Maria Betânia Horácio da Silva, 45, que teria anunciado a morte dos agressores.
"Testemunhas ouviram quando Maria Betânia, também conhecida como Poderosa, disse que iria matar ou mandar matar Roberto e Neguinho. Ela teria ordenado o filho a matar a vítima devido o espancamento. Mãe e filho são conhecidos na região também pelo tráfico de drogas", afirmou Jacob Stevenson.
No dia do crime, 13 de agosto, Willamys chegou a viajar para Arapiraca para contratar um cidadão identificado como Márcio para executar o crime, mas ele havia falecido. Contudo, o acusado retornou ao bairro do Barro Duro e efetuou alguns disparos contra Roberto e Neguinho.
Roberto, que já havia sido preso por tráfico de drogas, foi morto com um disparo de arma de fogo na cabeça. Já Neguinho conseguiu fugir sem ser atingido.
Deste o dia do crime, os acusados eram considerados foragidos da polícia. Nesta manhã, agentes da Polícia Civil e policiais da Força Nacional cumpriram mandados de busca e apreensão e prisão expedidos pelo juiz Geraldo Amorim, da 9ª Vara Criminal da Capital.
Na tarde desta terça, o acusado foi apresentado à imprensa e negou a autoria do crime. "Queria ter tido este prazer, mas não o matei. Minha mãe também não tem nada a ver com o caso. Ela é da igreja e trabalha com vendas. Não é assassina", disse Willamys.

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Willamys Luis Horácio Maia
Willamys Luis Horácio Maia
A coletiva foi concedida pelos delegados da Força Nacional e Polícia Civil

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