segunda-feira, 27 de maio de 2013

Motocicleta pega fogo ao colidir com ônibus em frente de cemitério em João Pessoa

Uma motocicleta pegou fogo depois colidir na lateral de um ônibus da empresa Bonfim, no início da tarde desta segunda-feira (27), em frente ao Cemitério Senhor da Boa Sentença, no bairro Varadouro, em João Pessoa. O condutor ficou ferido.
De acordo com informações do Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPTran-PB), o condutor da moto vinha em alta velocidade e não conseguiu frear quando trafegava pela Avenida São Miguel. 
A moto atingiu a lateral do ônibus. Devido a pancada, a motocicleta pegou fogo na hora. O condutor ficou ferido e foi encaminhado para o Complexo Hospitalar Ortotrauma, em Mangabeira, na Capital, em uma unidade do Samu. Ele teve ferimentos leves.
Ônibus envolvido no acidente
Foto: Ônibus envolvido no acidente 
Créditos: Emerson Machado
Moto pegou fogo na hora

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Giovanna Antonelli pode viver homossexual na novela de Maneco

Sempre na pele de personagens que marcam a trama, a atriz Giovanna Antonelli está quase certa de emprestar seu talento para viver uma homossexual na próxima novela de Manoel Carlos. O convite foi feito pelos diretores Jayme Monjardim e Leonardo Nogueira, marido da atriz, logo depois do fim de Salve Jorge, na qual ela viveu a delegada Helô. A participação de Giovanna no próximo folhetim das 21h já é certa. Resta saber se ela vai topar ou não o desafio.

NA DELEGACIA| Giovanna Antonelli aprendeu mais sobre o trabalho de policiaisHOMESSEXUAL Giovanna Antonelli  está cotada para viver personagem gay na próxima novela de Maneco

NACIONAL // COMANDO Exército realiza treinamento de defesa para grandes eventos esportivos


O Comando Militar do Planalto promoveu nesta quarta-feira (22), em Brasília, exercícios de simulação visando a treinar os agentes públicos encarregados de proteger, na capital federal, as delegações de atletas – e também o público - que participarão dos jogos da Copa das Confederações, em junho próximo, e da Copa do Mundo, em 2014.

Os exercícios de hoje envolveram 120 agentes e militares das Forças Armadas, do Comando de Operações Especiais, do Corpo de Bombeiros, do Samu-DF e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

A simulação de ação terrorista com contaminação química do ambiente próximo ao Estádio Nacional de Brasília foi um dos exercícios de executados pelos militares e agentes . Na simulação, 14 cilindros de gás cloro, o equivalente a 12 toneladas, foram explodidos formando uma nuvem química, que se espalhou e contaminou um raio de 500 metros.

Em seguida, as tropas da força de defesa foram acionadas, isolando o local e impedindo o acesso de pessoas que se aproximavam para assistir aos jogos. O risco para essas pessoas era o gás cloro que, se inspirado, poderia causar asfixia e levar à morte.

A parte do público que se encontrava em um raio de 500 metros foi encaminhada aos postos de triagem do Corpo de Bombeiros. Lá as pessoas receberam o atendimento inicial de urgência. Em seguida, foram direcionadas para o banho com água e solução descontaminante. Depois de todas essas etapas, as vítimas foram levadas para um atendimento específico, realizado pelo Samu.

Segundo o coordenador de defesa química do Exército, coronel Richard Nunes, numa situação em que haja 200 pessoas, o tempo médio de atendimento é quatro horas. "Não temos como calcular em quanto tempo as vítimas serão atendidas, mas é imprescindível que sejamos rápidos para salvarmos todas elas", afirmou.   
Este exercício faz parte da Operação Planalto 7, realizada pelo Comando Militar do Planalto, que teve início segunda-feira (20), em pontos do Plano Piloto e Guará. A operação reúne cerca de 3 mil militares do Distrito Federal, do Tocantins, de Goiás e do Triângulo Mineiro.  Duzentas viaturas blindadas e mecanizadas, cães e um grupamento de cavalo estão envolvidos na ação. 
Fonte: Agência Brasil

Náutico empata com o Sporting no evento-teste da Arena Pernambuco

POSTADO POR WLADMIR PAULINO ÀS 22:02 EM 22 DE MAIO DE 2013
O Náutico foi um time mais valente no segundo tempo e ficou no empate por 1x1 diante do Sporting, de Lisboa, na noite desta quarta-feira (22), em jogo que marcou o evento-teste da Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, região metropolitana do Recife. Os alvirrubros voltam a campo no próximo fim de semana, já pela primeira rodada do Brasileirão, diante do Grêmio, em Caxias do Sul.

O time português entrou em campo com um ritmo de marcação bem mais intenso do que é visto normalmente no Brasil. O Náutico sentiu e teve muitas dificuldades para criar jogadas. Quis o destino que o primeiro gol da Arena Pernambuco fosse marcado de uma forma não convencional. Ao tentar cortar um cruzamento de Wolfswinkel, aos 26, o zagueiro do Náutico, Luiz Eduardo, mandou a bola para as próprias redes.

A situação melhorou um pouco após o gol tomado, aos 26 minutos quando o time português recuou o bloco defensivo. O Náutico passou a tocar a bola no meio de campo, já que a pressão na saída de bola não deixava o time respirar, e conseguiu chegar perto da meta de Boeck. O melhor momento alvirrubro foi uma bola na trave chutada por Adeílson, aos 37.

No final da etapa, uma falta mais forte de Adeílson provocou uma confusão entre os jogadores dos dois times. O empurra-empurra e bate-boca terminaram com a expulsão do lateral Miguel Lopes. A situação foi tão complicada que no meio do tumulto, o árbitro encerrou a primeira etapa.

O Náutico voltou para o segundo tempo com Elton no lugar de Rodrigo Souto, deixando o time no 4-3-3 já que o adversário estava inferiorizado. Obviamente o time teve mais campo para jogar, mas não conseguia finalizar dentro da área portuguesa.

Ao longo da etapa, o técnico Silas mexeu bastante no time muito mais para avaliações individuais do que coletivas. E muita gente que estava há muito tempo sem aparecer para a torcida entrou em campo com muita vontade. Até porque o elenco ainda deve sofrer mudanças mesmo com o Campeonato Brasileiro batendo à porta.

Na base da correria e vontade, já que o entrosamento era naturalmente complicado, o Náutico encurralou o time verde e branco. E conseguiu o empate aos 37. Caion foi lançado no lado direito da área e ao ver o goleiro Ventura se jogar, dobrou os joelhos. Gilberto Castro Júnior não percebeu e marcou o pênalti. Rogério bateu forte, no canto, sem chance de defesa.

Ficha do jogo:

Náutico: Felipe (Gideão), Maranhão, Luiz Eduardo, Alemão e Josa (João Ananias); Elicarlos (Ramirez), Rodrigo Souto (Elton), Martinez (Auremir) e Giovanni Augusto (Marcos Vinícius); Rogério (Jones Carioca) e Adeílson (Caion). Técnico: Silas.

Sporting: Marcelo, Miguel Lopes, Boulahrouz, Rojo e Joãozinho; Adrien Silva, Rinaudo, Bruma e André Martins; Carillo (Esgaio) e Ricky van Wolfswinkel. Técnico: Oceano Cruz.

Local: Arena Pernambuco. Horário: 20h. Árbitros: Gilberto Castro Júnior. Assistentes: Ricardo Chianca e por Clóvis Amaral.
Assistentes: Gilberto Freire e Gleidson Leite. Gols: Luiz Eduardo (contra), aos 26 do primeiro tempo. Elton, aos 37 do segundo tempo. Cartões amarelos: Adeílson e Adrien Silva. Expulsão: Miguel Lopes.

Homem é baleado, tenta fugir, bate carro e morre na Alvorada, em Manaus



Homem foi morto à tiros no bairro Alvorada, em Manaus (Foto: Marcos Dantas / G1)Homem foi morto à tiros no bairro Alvorada, em Manaus (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)
Um homem de 28 anos foi morto a tiros na noite desta terça-feira (21), na Rua 3, bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus. De acordo com a Polícia Militar, populares informaram que, por volta das 19h, dois homens se aproximaram do carro da vítima e efetuaram cerca de cinco disparos.
A polícia acredita que, mesmo ferido, o homem tentou escapar dirigindo, mas a poucos metros de onde foi alvejado perdeu o controle do veículo e bateu em um caminhão. Familiares da vítima estiveram no local, reconheceram o corpo, mas não quiseram se pronunciar.
O corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), na Zona Norte. A polícia suspeita que o crime tenha relação com o tráfico de drogas, mas ainda não tem pistas dos suspeitos.
Vítima ainda tentou escapar dirigindo mas acabou perdendo o controle do veículo e batendo em caminhão (Foto: Marcos Dantas / G1)Vítima ainda tentou escapar dirigindo mas acabou perdendo o controle do veículo e batendo em caminhão (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Mais de 600 quilos de maconha são apreendidos no Paraná

Foto da notícia!
Durante a sexta-feira(17) e sábado(18), a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 614 quilos de maconha nas rodovias federais que cortam o Paraná. Em uma das apreensões, a PRF contou com o apoio da Divisão Estadual de Narcóticos do estado.

Em Balsa Nova, na BR 277, a operação conjunta entre agentes da PRF e da Polícia Civil resultou na apreensão de 300 quilos de maconha, que eram transportados em carro com placas adulteradas.

As outras apreensões foram realizadas no dia seguinte, em Céu Azul e em Balsa Nova. Na primeira, foram encontrados 304 quilos de maconha em um veículo, com placas de Santa Catarina, conduzido por um jovem de 18 anos. Já na segunda, foram apreendidos 10 quilos da droga em um carro, com placas do Paraná, que era dirigido por um homem de 40 anos.

Violência sectária visceral afasta chance de perdão nacional na Síria


Depois de arrastar 46 corpos das ruas perto de sua cidade natal na costa da Síria, Omar perdeu a conta. Durante quatro dias, relatou, ele não conseguiu comer, lembrando-se do corpo queimado de um bebê de poucos meses de idade, de um feto arrancado da barriga de uma mulher, de um amigo morto, seu cão ainda fazendo guarda a seu lado.
AP
Reprodução de vídeo mostra corpos em Bayda, Síria (03/05)

Omar sobreviveu ao que moradores, ativistas antigoverno e monitores de direitos humanos consideram um dos episódios recentes mais obscuros da guerra da Síria, um massacre na província de Tartus (dominada pelo governo), que inflamou divisões sectárias, revelou novos graus de depravação e tornou a possibilidade de recompor o país cada vez mais distante.
O assassinato em massa foi um de uma série de recentes ataques sectários que sírios em ambos os lados se aproveitam para demonizar uns aos outros. Forças do governo e rebeldes se filmaram cometendo atrocidades para o mundo ver.
Gravações rotineiramente mostram combatentes pró-governo espancando, matando e mutilando rebeldes sunitas detidos, forçando-os a se referir ao presidente Bashar al-Assad como Deus. Um rebelde recentemente se filmou extirpando um órgão de um membro das forças pró-governomorto, mordendo-o e prometeu o mesmo destino aos alauítas, membros da seita muçulmana xiita de Assad.
Esse tipo de violência alimentou o pessimismo sobre os esforços internacionais para acabar com o conflito. Enquanto os EUA e a Rússia trabalham para organizar negociações de paz no próximo mês entre Assad e seus adversários, a carnificina cada vez mais extrema faz a reconciliação parecer cada vez mais remota.
Nadim Houry, diretor do Human Rights Watch em Beirute, disse sentir "uma total desconexão entre a diplomacia e os acontecimentos no campo de batalha". "O conflito está cada vez mais visceral", afirmou. Sem medidas concretas de construção de confiança, disse, e com mais pessoas "vendo a guerra como uma luta existencial, é difícil imaginar como seriam as negociações".
As execuções recentes, reconstituídas por meio de conversas com os residentes e monitores de direitos humanos, aconteceram ao longo de três dias em dois enclaves sunitas em Tartus, província amplamente alauíta e cristã, primeiramente na aldeia de Bayda e, em seguida, no distrito de Ras al-Nabeh da cidade vizinha de Banias.
Soldados do governo e milícias de apoio foram de casa em casa matando famílias inteiras e esmagando cabeças dos homens com blocos de concreto.
Ativistas antigoverno divulgaram listas de 322 vítimas que disseram ter identificado. Vídeos mostraram ao menos mais de dez crianças mortas. Há relatos de centenas de desaparecidos.
"Como poderemos alcançar um ponto de perdão nacional?", indagou Ahmad Abu al-Khair, um blogueiro bem conhecido de Bayda. Segundo ele, os ataques começaram nessa vila, em que 800 dos 6 mil residentes estão desaparecidos.
Várias imagens de vídeo feitas pelos moradores em Bayda e em Ras al-Nabeh - de crianças pequenas mortas, algumas se abraçando ou envoltas nos braços de seus pais - eram tão duras que mesmo partidários do governo rejeitaram a versão oficial da televisão síria de que o Exército "reprimiu vários terroristas".
Líderes da oposição caracterizaram os massacres de "limpeza" sectária com o objetivo de expulsar os sunitas de um território que pode fazer parte de um eventual Estado alauíta se a Síria acabar se desintegrando. Houry disse que a matança inevitavelmente desencadeou esses temores, embora não haja evidência de que essa política seja disseminada.
Por Anne Barnard e Hania Mourtada